Celebrando 15 Anos de Avanços: Minha Participação na SMPED

As políticas públicas são a espinha dorsal da inclusão em larga escala. Tive a imensa honra de ser convidado para a celebração de 15 anos da SMPED, a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência de São Paulo, para um bate-papo ao lado de Priscila Fonseca sobre a trajetória da inclusão na cidade e os desafios para o futuro.


A seguir, o vídeo completo da minha participação na live comemorativa de 15 anos da SMPED, um marco para as políticas de inclusão no Brasil.

Nesta conversa, celebramos as conquistas históricas da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência de São Paulo e discutimos os próximos passos para construir uma cidade e um mercado de trabalho ainda mais inclusivos. Foi um diálogo sobre a importância da colaboração entre o poder público e a iniciativa privada.


Tópicos em Destaque (Timestamps):


[02:30] – A importância histórica da SMPED para o avanço dos direitos da pessoa com deficiência.

[10:15] – Análise: os principais avanços e os desafios que persistem após 15 anos.

[18:40] – A necessidade de uma ponte mais forte entre as políticas públicas e as práticas do setor privado.

[26:00] – Uma visão para o futuro da inclusão em São Paulo.


Principais Insights da Conversa:


  • Reconhecimento do Legado da SMPED: A participação reconhece o papel pioneiro e fundamental da Secretaria na criação de políticas públicas que serviram de modelo para o restante do Brasil.


  • A Ponte Público-Privada: Um dos pontos centrais da minha fala foi a necessidade de fortalecer a colaboração estratégica entre o poder público e as empresas, para que as políticas de inclusão se traduzam em oportunidades reais de emprego e desenvolvimento.


  • Balanço Crítico: A conversa oferece uma análise equilibrada, celebrando os avanços legislativos e de conscientização, mas também apontando os desafios práticos que ainda existem para a plena inclusão no dia a dia.


  • Visão para o Futuro: O debate conclui com uma mensagem sobre os próximos passos, destacando a necessidade de focar em educação inclusiva, acessibilidade digital e no combate ao capacitismo como as novas fronteiras da luta pela inclusão.

Tags e Categorias

Políticas Públicas, SMPED, São Paulo, Direitos, Evento comemorativo


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22 de junho de 2025
A discussão sobre equidade salarial é um avanço inegável no mundo corporativo. Mas será que estamos fazendo as perguntas certas quando o tema é a inclusão de pessoas com deficiência? Neste artigo que tive a honra de escrever para a Câmara Paulista de Inclusão, provoco uma reflexão mais profunda sobre como a pauta precisa de um olhar mais atento e estratégico para que a equidade seja, de fato, para todos.  A análise a seguir foi publicada originalmente no portal da Câmara Paulista de Inclusão, uma organização referência no debate sobre a inclusão no estado de São Paulo. "Afinal, do que adianta um bom salário se ele for corroído por um custo de vida comprovadamente mais alto, por conta da deficiência?" Resumo dos Pontos-Chave (Extraído do artigo original): O "Custo da Deficiência": O artigo destaca que profissionais com deficiência enfrentam despesas adicionais significativas com saúde, transporte, tecnologia assistiva e cuidadores, um fator que impacta diretamente sua renda disponível. A Falha da Isonomia Salarial: Argumenta-se que o princípio de "salário igual para trabalho igual" é insuficiente, pois não considera que os custos para viabilizar o trabalho e a vida são desiguais para este grupo. O Papel Estratégico dos Benefícios: A verdadeira equidade passa pela revisão dos pacotes de benefícios das empresas, que devem ser flexíveis e contemplar as necessidades específicas para compensar o "custo da deficiência". Além da Remuneração: A análise conclui que a equidade também envolve garantir condições para o crescimento profissional, combatendo a estagnação de carreira que muitos profissionais com deficiência enfrentam.
22 de junho de 2025
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