Inclusão é um direito inegociável em que todos ganham

Muitas vezes, a inclusão ainda é vista como um esforço unilateral das empresas. Nesta entrevista que concedi ao portal Terra, defendo a tese central do meu trabalho: a de que a inclusão de pessoas com deficiência é um direito fundamental que, quando levado a sério, gera um ciclo virtuoso de ganhos para os profissionais, para os negócios e para toda a sociedade.


A seguir, os principais pontos da minha conversa com o portal Terra, um dos maiores veículos de comunicação do Brasil, sobre a dimensão ética e estratégica da inclusão no mercado de trabalho.


"Quando uma empresa se abre para a diversidade de corpos e mentes, ela não está apenas oferecendo um emprego; está abrindo as portas para novas formas de pensar, de resolver problemas e de inovar. O benefício é imediato e bilateral."


Resumo dos Pontos-Chave:


  • Direito vs. Favor: A entrevista estabelece a inclusão como um direito humano básico e inegociável, desafiando a visão assistencialista e posicionando-a como uma questão de cidadania e dignidade.


  • Os Ganhos para o Negócio: São detalhados os benefícios corporativos diretos, como a melhoria no clima organizacional, o fortalecimento da marca empregadora, o acesso a um pool de talentos inexplorado e o aumento da capacidade de inovação.


  • Os Ganhos para a Sociedade: O texto explica como a inclusão no mercado de trabalho impacta positivamente a economia, ao aumentar a base de consumidores e contribuintes, e promove uma sociedade mais justa e com menos desigualdades.


  • O Fator "Inegotável": A tese central é que a inclusão é um tema "inegociável" porque, no século 21, excluir talentos com base em uma característica pessoal não é apenas eticamente indefensível, mas também economicamente prejudicial para o próprio negócio.

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Djalma Scartezini
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